Em 2003, num show em Knebworth, Inglaterra, Robbie Williams pediu para que todos os presentes no seu show tirassem uma foto ao mesmo tempo, com flash. O resultado é bem bacana e curioso e, fico imaginando que se eu estivesse lá, com certeza teria tido a mesma reação dela.
Jun
28
2010
25 de Junho de 2010 marca um ano da morte do rei do pop Michael Jackson. E entre as inúmeras homenagens a ele, essa da MTV criada pela BBDO da Alemanha fez a diferença.

Sep
14
2009
Enquanto procuravam os adversários do Brasil que fugiam da imprensa, a equipe do SporTv encontrou, na porta do treino noturno, o policial militar é reconhecido como o ex-vocalista do grupo Companhia do Pagode, Jesus Filho.
Jul
01
2009
Assim que a morte de Michael Jackson foi confirmada, vários amigos meus pipocaram através de mensagens no meu celular e pelo MSN perguntando quando eu escreveria a respeito. Não tinha uma resposta pronta para aquela pergunta. Não tinha uma reação pronta para aquela situação e o que me ocorreu foi o choque.
À tarde, no trabalho, li a noticia e corri pro TMZ, que já decretava a morte. Não quis acreditar e repeti para todos que devia ser apenas boato de site sensacionalista. Chegando em casa, a CNN não me deixou respirar e jogou na minha cara a noticia. Assim, a seco. Dura. Direta. O maior astro pop da história não estava mais entre nós.
Não chorei, mas sentia que tinha perdido algo. Algo próximo, intimo, pessoal.
Michael teve uma vida singular, uma carreira singular, e uma morte singular. Tudo dele tinha que ser assim, um espetáculo. Afinal, quem diria que, após anunciar o retorno aos palcos com uma nova turnê, ele morreria aos cinqüenta anos sob circunstâncias misteriosas? Se foi ele que revolucionou e criou o videoclipe como conhecemos hoje, se foi ele que inventou um novo jeito de dançar, se foi ele que criou os mais espetaculares shows da terra e, se foi ele que protagonizou músicas inesquecíveis ao mesmo tempo em que tinha a vida pessoa invadida permanentemente pela mídia, porque alguma coisa de sua vida teria que passar despercebida? Até a morte, para Michael Jackson, foi um espetáculo.
No aniversário dele, no ano passado, eu escrevi um artigo homenageando o cara que, para mim, formou as bases musicais e artísticas que tenho na cabeça e, sem muito o que falar hoje além de dizer que ele fará muita, muita falta por aqui, repito o que tinha dito antes:
O que importa, pra mim, é que sempre que eu vejo o clipe de 14 minutos de Thriller, meu pescoço parece começar a se mover sozinho ao mesmo tempo em que meu desejo é ficar parado numa poltrona só observando um gênio em ação. Quer saber? Não me importa o que ele faz na cara dele, desde que ele continue cantando as músicas mais fodas da história do pop e dançando como se não tivesse ossos.
Descanse em paz, Mr. Michael.

