Na semana retrasada eu fiz um post falando sobre a apresentação de Britney Spears no VMA 2007 exibido pela MTV no dia anterior. Na ocasião eu critiquei Britney por exibir a barriguinha gorda e flácida ao vivo na TV americana com um modelito que deixava as banhas todas a mostra. Até fiz comentários dizendo que ela sempre foi um ideal de beleza e norteava minhas mente pré-adolescente na época de Ops, i did it again. Mas, que agora, estava ridícula.

Pois eis que alguém comentou o seguinte no blog:
 Britney e seus defensoresJá começou errado ao achar que eu sou mulher. Não se engane com a cor rosa do título; Sou homem e por isso mesmo, ao contrário de você, posso avaliar o que é uma mulher bonita ou não.

Também disse no posto sobre ela que ainda restava uma esperança de ela voltar a ser a estrela POP que nós conhecemos. E vem cá, se qualquer pessoa normal pode colocar um micro-short e sair por aí cantando com a pança de fora, porquê não existem milhares de Britney? Ou vai dizer que ela canta bem? Claro que não né? Britney é beleza, é a imagem da inocência (?) que ela tinha quando surgiu em clipes com roupa de colegial americana mexendo com a libido dos pirralhos. Britney é um produto, e o que vende seus cd´s é a embalagem, não o conteúdo.

Mas esse comentário me fez ver mais uma coisa: que religião não se resume a Deus. Temos fanáticos por todos os lados hoje em dia! Fanáticos por torcidas organizadas, por clubes, por cantores, por filmes, por desenhos e a lista não acaba nunca. Pra essas pessoas, tudo se resume ao objeto de interesse e nada que vá contrário a isso pode ser aceito. E isso os torna verdadeiros panacas que não merecem nem serem citados. Me poupem.

Com isso caro Rodolfo, espero que você reveja seus conceitos e entenda que pessoas “normais” não ganham bilhões de dólares nem aparecem no horário nobre da TV. Porquê se você não entender isso, vai acabar como o “rapaz” do vídeo abaixo:

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