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DO G1: “O Ministério da Cultura liberou esta semana o filme “O doce veneno do escorpião”, baseado no livro autobiográfico da ex-garota de programa Bruna Surfistinha, para captar R$ 3.998.621,65 por meio de mecanismo de renúncia fiscal. Em seu blog, Bruna, cujo nome verdadeiro é Rachel Pacheco, deixou o seguinte comentário sobre a liberação: “Fui surpreendida pela notícia. Show de bola, hein?”. O “doce veneno do escorpião” chegou às livrarias em 2005. Desde então, o livro já foi traduzido para dezenas de idiomas e vendeu mais de 220 mil cópias.”
Não li o livro da Bruna Surfistinha, não comprei a revista em que ela saiu pelada, não tenho nada contra ela. Mas será que num país com uma riqueza de clássicos que vão de Monteiro Lobato a Luiz Fernando Veríssimo prontinhos para serem filmados, ou com uma centenas de roteiristas maravilhosos com roteiros engavetados porque aqui só a Globo Filmes decide o que faz ou não seria realmente necessário gastar 4 milhões de reias com um livro escrito pela Bruna Surfistinha?
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